Edson Fachin inicia a corrida presidencial de 2022
- Felipe Caléfe
- 17 de mar. de 2021
- 1 min de leitura

Fonte:Revista Veja (13/03/2021)
Com a anulação da validade das condenações impostas a Luiz Inácio Lula da Silva, automaticamente se iniciam movimentos, manifestos, apoios e, inclusive, matérias em reforço a possibilidade de vitória para o ex-presidente.
A primeira declaração do possível futuro candidato já demonstra um tom de pré-campanha, na qual Lula condena o atual governo destacando, segundo ele, a falta de gestão em inúmeros setores. Declaração a qual, o atual presidente da República Jair Messias Bolsonaro responde em tom de pena pela tentativa de seu adversário político e ideológico tentar comprometer sua imagem.
Não existem dúvidas de que um embate presidencial ainda mais polarizado do que o de 2018 vá ofuscar as chances de qualquer outro candidato. Entre os principais possíveis concorrentes estão o atual governador de São Paulo João Dória, o apresentador de TV Luciano Huck e o ex-ministro da Justiça Sérgio Moro.
Jornalistas já avaliam que o cenário se concentraria entre Bolsonaro e Lula. Considerando isso, não se pode descartar o apoio espontâneo para determinado candidato por parte desses candidatos “menores”, tendo em vista interesses políticos e partidários, num eventual (provável) segundo turno.
Podemos considerar que Lula é, atualmente, o único candidato com potencial para vencer Jair Bolsonaro e impedir sua reeleição, independente do caráter benéfico ou maléfico da possível vitória destes candidatos, assim como as expectativas sociais e econômicas que um segundo mandato de Bolsonaro ou o retorno do governo Lula trariam ao país.




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