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SERIA UM “NEO-BIPARTIDARISMO?”

  • Foto do escritor: Bianca Pesine
    Bianca Pesine
  • 20 de jun. de 2021
  • 2 min de leitura

Como é do saber de todos os cidadãos, estamos vivendo um histórico momento na política brasileira. Na verdade, esse ponto específico sempre foi o destaque do Brasil pois nunca podemos nos deixar enganar, a cada dia vem se superando. Porém a questão é, será que estamos usufruindo bem daquela frase dita na legislação “Todo poder emana do povo?”.

Ao que sabemos então, temos: Um “messias” desiquilibrado que veio tirar os 13 anos do medíocre governo feito pelo partido dos trabalhistas e, temos o mesmo medíocre que voltou depois de suas férias como detento para salvar o povo brasileiro das palavras e descuidos do atual presidente que, atingindo metade do seu plano governamental conseguiu mais de 50% de rejeição para a próxima eleição de 2022.

Depois de analisarmos “todas” essas opções, como o povo deve agir? Em quem devemos depositar nosso precioso voto democrático, onde demoramos 4 anos para decidir, avaliar para no final de tudo chegar onde chegamos? Esse é o ponto, o brasileiro conseguiu dividir o Brasil ao meio como visto no período de 1964 a 1985. Antes, Arena e MDB, agora Bolsonaro ou PT.

A diferença dos tempos passados ao hoje, é que nossa política é formada por mais de trinta partidos após o período de ditadura militar, no qual conseguimos escolher deliberadamente, com muita precisão e estudo qual poderia ser o melhor potencial ou, como correm as palavras, o “menos pior” entre todas as opções. Entretanto, escolher entre os dois piores por uma guerra ideológica não seria risco demais? Será que realmente, depois de toda a experiência popular o cidadão não enxerga além da maré?

O resultado de toda essa análise, por fim, mede que a escassez de inteligência populacional, o confortável e a bolha novamente vem cegando a grande massa que, por sua vez, ainda acredita que âmbito político possa existir um salvador. Talvez, quando a população conseguir compreender que político não é Jesus, o Brasil consiga evoluir para uma sociedade melhor, resolvida e consciente de suas escolhas e atitudes

 
 
 

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"Não devemos acreditar nos muitos que dizem que só as pessoas livres devem ser educadas, deveríamos antes acreditar nos filósofos que dizem que só as pessoas educadas são livres."
Epicteto, filósofo romano e ex-excravo

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